Je suis Josiane... Que bom que você veio! Este Webfólio foi construído com o intuito de expandir o conceito de Avaliação e simultaneamente levá-los a reflexão sobre o tema. Para tanto é disponibilizado: textos, mapa conceitual vídeos, charges e imagem. " Avaliação da aprendizagem escolar como componente do Ato Pedagógico. É um somatório de: Avaliar, Planejar e Executar. O que muda é o objeto." (Cipriano Luckesi)
sexta-feira, 6 de março de 2015
Verificação ou avalição: O que prática a escolar?
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar: apontamentos sobre a pedagogia do exame. In: LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar: estudo e proposições. 22. Ed. São Paulo: Cortez, 2011, p. 45-60.
Avaliação da aprendizagem escolar: apontamentos sobre a pedagogia do exame[1]
Para Luckesi essa é uma
prática historicamente comprovada, a utilização do método de teste, para a
ascensão intelectual e social do individuo. Essa sendo uma falsa afirmação de
intelectualidade e competência profissional. Os professores utilizam-se dos
exames como fator negativo de motivação, estimulando a apreensão de conteúdo
não por proporcionar a aprendizagem, mais por serem submetidos a uma prova,
então os alunos são tendenciosos a reproduzir o conteúdo. O autor ainda
descrevendo a prática do teste afirma que dados estatísticos formais, descreve
o desempenho global dos discentes de uma determinada Instituição, todos com o
fim ultimo de galgar uma nova etapa na suposta ascensão intelectual. Há uma
contradição entre o que se prega na educação (desenvolver a parte cognitiva do
estudante) e o que se faz na verdade é perpetuar a cultura pedagógica do exame,
que induz a permanência do modelo tradicional de aprendizagem- reprodução de
conteúdo – com o fim ultimo que é pontuar para mensurar a aprendizagem. O exame
elaborado pelo facilitador não auxilia na aprendizagem do estudante diz
Cipriano. O que existe na verdade é pressão psicológica de todos os lados (sociedade,
pais, instituições...) para se pontuar, vive-se em função do tempo, ou seja,
existem prazos dentro dos quais o aluno tem que atingir a meta previamente
estabelecida, para poder passar a outro nível de aprendizagem, o sujeito
torna-se refém de si mesmo. O individuo é estimulado a se plasmar pelo que dita
à sociedade caso contraio ele fica a margem da mesma. Sobre as sequelas da
pedagogia do exame o autor conclui: Pedagogicamente,
ele converge à atenção para os testes desta forma não contribui
qualitativamente para a aprendizagem. Psicologicamente
é útil para desenvolver caráter subalterno onde o sujeito é presa de si mesmo. Sociologicamente é útil para o processo
de seletividade social.
Dado o exposto o autor
conclui que a segregação social existe o exame é mais um instrumento usado para
acentuar este fato.
[1]
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar: apontamentos sobre
a pedagogia do exame. In: LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar: estudo e proposições. 22. Ed.
São Paulo: Cortez, 2011, p. 35-44.
quinta-feira, 5 de março de 2015
Uma Polêmica em relação ao exame[1]
Ponto de Corte:
Segundo Angel Diaz o
Exame é a solução da máxima do senso, que impõe a hipótese da crise econômica (neoliberal),
o que consiste em corte no orçamento destinado a educação. Aquele expediente
foi concebido por dar base legal ao refreamento do acesso à educação, todavia é
fato que o exame não corrobora a apreensão do conhecimento. Agregou-se ao mesmo a solução para os
problemas fomentados na esfera social, particularmente aqueles que não podem
ser solucionados. Como pode este instrumento ser justo quando a estrutura
social é injusta? O autor afirma que a educação é um campo, onde existe transformação
das relações sociais e pedagógicas. E
elenca a hipótese do exame como meio de conversão, Primeira conversão: Problemas
sociais em problemas técnicos – o Exame funciona como ponto de corte, para
o cidadão ascender intelectualmente, legitimando o saber de um individuo
através da Certificação ou título profissional, conferindo a este uma dimensão
científica. Segunda conversão: De
problema metodológico a problemas de rendimento – o Exame está intrínseco ao método,
mais a pedagogia é exercida objetivando a certificação, sendo negligente com a
qualidade do ensino e resolução dos problemas de formação, processos cognitivos
e aprendizagem. Terceira Conversão: o
Exame como um problema (de controle) científico
no séc. XX. Em direção ao empobrecimento do debate educativo. Troca-se o termo
Exame por Avaliação (de suposta conotação acadêmica) mais a segregação intrínseca
continua, pois só alguns tem acesso à educação em virtude de uma qualidade
congênita: a inteligência. Percebe-se também a prática do paradigma tradicional
de aprendizagem, sendo que o ápice da pedagogia do exame se dá quando se
mensura a aprendizagem do educando e a representa com um símbolo. Porém o teste
é só um instrumento, são os problemas elencados acima que a educação enfrenta
que deve ser superados. Em virtude dos fatos mencionados, Angel conclui que o
exame é apenas um ambiente de antagonismo entre problemas de diversas índoles.
O Exame e Classificatório:

[1]
BARRIGA, Angel Diaz. Uma Polêmica em relação ao exame. In: ESTEBAN, Maria Teresa
(org.)
Avaliação:
uma prática em busca de novos sentidos. 5. Ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2003.
P. 51-82.
Característica: Exame x Avaliação
Exame
1. Mensurar a aprendizagem;
2. Estimula
a reprodução do conteúdo;
3. Pressão
psicológica;
4. Ensino
em função do tempo e da nota;
5. Promoção
do aluno para uma nova série;
6. Perfil
do ensino tradicional;
7. Ponto
de corte na ascensão intelectual;
8. Torna
o sujeito submisso;
9. Distanciamento
entre professor e aluno;
10. Espaço
de poder do Professor.

Avaliação
a serviço da aprendizagem
1. Dar
um feedback das provas, trabalhos e atividades ao aluno para aumentar aprendizagem;
2. O
professor esta preocupado com o nível de aprendizagem do aluno;
3. Flexibilidade
em seu método de ensino;
4. Plasmando-se
as necessidades do aluno;
5. Promove
a reflexão sobre temas diversos, formando o sujeito crítico e pensante;
6. Formas
processual, avaliativa;
7. Intervenção;
8. Troca
de saberes;
9. Instrumentos
avaliativos, voltado para o ensino/aprendizagem;
10. Detectado
o erro ocorre a intervenção... há possibilidade de acerto.
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
Hitler Reprovado em Estrutura de Dados
Este é o resultado da Avaliação? ...Há controvérsia ... não fizeram o feedback? Harg! Não houve upgrade no paradigma.

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